Apesar de saber perfeitamnte que o professor não tem tempo suficiente para preparar vídeos de boa qualidade pedagógica, todos nós tentamos naqueles espaços mínimos produzir uma apresentação no pawer point, ou baixar um vídeo no yooutub o que na maioria das vezes não é o ideal para explanação do conteúdo. Quando não, colocamos o mesmo conteúdo do livro no pen drive. Dessa forma estamos só substituindo o aparelho de demonstração dos mesmos conteúdos.
Na minha opinião seria mais correto usar essa não tão nova tecnologia para subsidiar, complementar ou mesmo substituir o conteúdo que está no livro do aluno, como forma de um maior embasamento do conteúdo, do qual o professor se propõe a apresentar.
Devemos levar em conta que o aparecimento dos computadores por si só não modificou em muito o interesse ou mesmo o modo de produção dos nossos alunos, haja visto que os nossos projetos "Bahianos" não tem suporte pedagógico eficiente para a sua clientela usufruir das benesis intelectuais do mundo moderno, ficando deste modo sub-utilizado e muito investimento que deveria gerar desenvolvimento intelectual de boa qualidade, termina indo pro ralo.
Gostaria que os colegas colocassem a sua produção efetiva, (o que eu faço na minha sala de aula com o pen drive)
A TV Pendrive na Bahia foi criada com base na Tv Pendrive do Paraná. Já existem autores ou artigos sobre as possibilidades de uso desta na educação? Como abordar este tema de forma embasada, além do Manual do Monitor Educacional da Bahia e da Tv Pendrive do Paraná?
Considerando que o monitor educacional possibilita a socialização de produções desenvolvidas pelos próprios sujeitos da aprendizagem, proponho discutir aqui iniciativas e perspectivas de produções de material didático digital.